
Cercada entre as paredes do quarto. Mas alargados os limites do corpo. No vão do pensamento, as liberdades se desenham. Assumem o colorido de uma natureza redescoberta, de uma paisagem desvendada, de um som repetidas vezes sentido. Adormecem os medos. Surgem teus olhos. E de novo eu renasço.
A que(m) oferecer o ser livre?
Onde habitaria a resposta, se não nos labirintos de meu mundo?
Olhar para dentro
Ouvir o dentro
Ecoar
em versos de mim
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